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	<title>REAL ASSOCIAÇÃO DE LISBOA &#187; Vídeos</title>
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		<title>Obrigado Senhora Infanta, pela lição de Vida aos Portugueses</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 12:04:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jtavora</dc:creator>
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Adelaide de Bragança, a última neta viva do rei D. Miguel, celebrou ontem 100 anos de uma extraordinária vida


Foi há pouco mais de dois anos que num dia soalheiro e húmido de Novembro, por ocasião de uma entrevista para o boletim da Real Associação de Lisboa, com alguma emoção tive o privilégio de privar com [...]]]></description>
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</p>
<p><span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 14px; font-weight: bold; line-height: 20px;">Adelaide de Bragança, a última neta viva do rei D. Miguel, celebrou ontem 100 anos de uma extraordinária vida</span></p>
<div style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 14px; line-height: 20px; width: 630px;">
<div>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.1em; margin-left: 0px;">Foi há pouco mais de dois anos que num dia soalheiro e húmido de Novembro, por ocasião de uma entrevista para o boletim da Real Associação de Lisboa, com alguma emoção tive o privilégio de privar com a D. Maria Adelaide de Bragança, infanta de Portugal, que hoje completa e festeja 100 anos de uma extraordinária vida.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.1em; margin-left: 0px;">Não deixa de ser algo irónico ter sido numa pequena moradia da “outra banda”, onde fomos tão acolhedoramente recebidos, que nos encontrámos com uma verdadeira princesa, tão ou mais encantada que as dos romances e do cinema cor-de-rosa. Afilhada do rei D. Manuel II e da rainha D. Amélia, por insólita conjugação de duas paternidades muito tardias e da sua feliz longevidade, a infanta rebelde, como ficou conhecida, é neta, a última neta viva, do rei D. Miguel, esse mesmo, o do tradicionalismo e da guerra civil de 1828-1834.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.1em; margin-left: 0px;">Filha mais nova do duque de Bragança D. Miguel (II) e de Maria Teresa, princesa de Löwenstein-Wertheim-Rosenberg, D. Maria Adelaide nasceu ironicamente no dia 31 de Janeiro, em 1912, em St. Jean de Luz, no exílio a que todos os da sua família estavam sentenciados, tendo crescido em Seebenstein, na Áustria, em convívio com as mais influentes famílias europeias, sonhando com o país que não lhe era permitido conhecer. Vivia distante de Portugal mas era totalmente português o seu coração. E cresceu com o rigor de orçamentos matemáticos e com o estoicismo próprio dos exilados numa época histórica especialmente conturbada. Uma verdadeira mulher do mundo, vem-lhe da infância a curiosidade pelas questões políticas e humanitárias: a infanta confidenciou-nos que ainda pequena se escondia atrás de um sofá na sala para ouvir as conversas de seu pai com militares e políticos. Habitando no olho do furacão que varria a Europa Central do início do século <span style="font-variant: small-caps;">xx</span>, a pequena D. Adelaide de Bragança acabou por viver aventuras e desventuras de pasmar: da Primeira Guerra Mundial recorda o racionamento e as filas para aquisição dos alimentos que então rareavam. “A certa altura, ainda eu era muito pequena, comíamos batatas ao pequeno-almoço, que vinham de comboio e no Inverno congelavam. Uma batata congelada nem um animal consegue comer: ficávamos sem a refeição.” D. Maria Adelaide ressalva que não chegou a passar fome pois, por ser muito pequena, sempre arranjava qualquer coisa quando passava na mercearia ou no talho. “O meu irmão (D. Duarte Nuno de Bragança), esse sim: primeiro porque não ‘pedia’, segundo porque não queria receber ‘assim’ os alimentos, e repartia o pouco que tinha, em prejuízo da sua saúde”, que se deteriorou, fazendo perigar os saudosos passeios de bicicleta que a pequena infanta dava com o irmão, sentada no guiador, recorda. Muito mais nova que as irmãs, não a atraíam brincadeiras e actividades próprias das meninas da época: detestava bonecas, rendas ou culinária.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.1em; margin-left: 0px;">Em busca de subsistência, a família refugiou-se então numa propriedade de um tio materno na Boémia, que no final da guerra acabou “requisitada” pelos comunistas, com os quais se encantou, “com as suas boinas vermelhas e cavalos altivos”.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.1em; margin-left: 0px;">Já em Viena, a jovem infanta estudou Enfermagem e Assistência Social, e habitou numa residência universitária, “uma coisa já natural para uma senhora na altura”. Cresceu de frente para um mundo em convulsão e testemunhou a ocupação nazi, ainda em Viena, onde, como enfermeira, acudia aos feridos entre bombardeamentos.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.1em; margin-left: 0px;">Apanhada pela Gestapo, foi presa, acusada de ouvir transmissões da BBC. Interrogada, esteve na solitária e foi libertada mediante a intervenção diplomática nacional, tendo-lhe sido concedido um passaporte português. Essa experiência, contudo, acabou por determinar a sua adesão à resistência organizada, no grupo O5, onde o seu nome de código era Mafalda. Já perto do fim da guerra foi presa uma segunda vez, vítima de uma denúncia que custou a vida a vários ingleses e judeus austríacos que se escondiam na sua casa em Seebenstein. Foram extremamente penosos, de fome e dor, os dias dessa prolongada prisão em Viena, então flagelada pelos Aliados, nos derradeiros meses da ocupação nazi. Com os ocupantes nervosos e em debandada, foi na iminência de uma execução sumária que a infanta de Portugal foi libertada pelo exército soviético.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.1em; margin-left: 0px;">Entre correrias, bombardeamentos e aflições, sem nunca perder de vista a assistência humanitária, conheceu um estudante de Medicina, de seu nome Nicolaas van Uden, com quem casou depois da guerra. “Ele como médico e eu como enfermeira estivemos para ir para África, mas pressionados pela família acabámos por vir para Portugal”, por volta de 1949, ainda antes da revogação da lei do banimento.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.1em; margin-left: 0px;">Instalada a família numa quinta em Murfacém, perto da Trafaria, D. Maria Adelaide cedo se entregou a uma intensa actividade, tendo dirigido a Fundação D. Nuno Álvares Pereira, em Porto Brandão, instituição de apoio a mães pobres em final de gravidez e a crianças abandonadas, dedicando a sua vida aos mais desfavorecidos. A sua forma de relacionamento e gestão pouco convencional para a sociedade “chique” do regime chocou algumas mentes mais puritanas, que a acusavam de comunista, facto negado pela sua profunda devoção católica.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.1em; margin-left: 0px;">Longe das fugazes ribaltas e feiras de vaidades, a senhora D. Maria Adelaide celebra hoje 100 anos. Celebra-os com uma missa de Acção de Graças pelo dom da vida, na Igreja do Bom Sucesso, e um jantar simples organizado por amigos e família no Centro Cultural de Belém. A Senhora Infanta, como é tratada pelos mais próximos, além de constituir um precioso testemunho vivo, directo e indirecto, da história dos últimos duzentos anos, constitui um verdadeiro exemplo de profunda nobreza, aliada a uma invulgar coragem e irreverência, que tanta falta faz nos dias de hoje.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.1em; margin-left: 0px;">João Távora, publicado no jornal i de 31 de Janeiro de 2012</p>
<p><em>Agradecimentos:<br />
 <strong><br />
 </strong></em> João Mattos e Silva, Adriano e Nuno van Uden, Nuno Pombo</p>
</div>
</div>
<div style="color: #333333; font-family: Arial, '�Helvetica Neue�', Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: normal;"></div>
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		<title>Jantar dos Conjurados 2011 e Vídeo da Mensagem de S.A.R. Duque de Bragança</title>
		<link>http://www.reallisboa.pt/ral/2011/12/jantar-dos-conjurados-2011-2/</link>
		<comments>http://www.reallisboa.pt/ral/2011/12/jantar-dos-conjurados-2011-2/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 15:39:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jtavora</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No dia 30 de Novembro cumpriu-se o tradicional Jantar dos Conjurados organizado pela Causa Real, ocasião para mais de seiscentos portugueses entre os quais muitos jovens, se juntarem Centro Cultural de Belém em torno do Chefe da Casa Real Portuguesa numa evocação aos heróis que há 371 anos instauraram a “Dinastia Portuguesa” da Casa de Bragança. Com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 30 de Novembro cumpriu-se o tradicional Jantar dos Conjurados organizado pela Causa Real, ocasião para mais de seiscentos portugueses entre os quais muitos jovens, se juntarem Centro Cultural de Belém em torno do Chefe da Casa Real Portuguesa numa evocação aos heróis que há 371 anos instauraram a “Dinastia Portuguesa” da Casa de Bragança. Com a habitual leitura da mensagem de S.A.R. <a href="http://monarquia-lisboa.blogs.sapo.pt/44221.html">(aqui na integra</a>) tratou-se este evento duma sóbria manifestação de sentido pátrio e solidariedade: a receita do jantar reverteu para a instituição Banco do Bebé, que à semelhança do Banco Alimentar apoia recém-nascidos de famílias carenciadas.</p>
<p>
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</p>
<p>Clique em cima para visualizar o vídeo da mensagem de S.A.R. o Duque de Bragança</p>
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<p>
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</p>
</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 236px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"></div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 236px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">
<p><em>(&#8230;) Portugal atravessa uma das maiores crises da sua longa vida. Crise que, disfarçada por enganosas facilidades, foi silenciosamente avançando assumindo hoje consequências dolorosas para as pessoas, famílias e empresas.</em></p>
</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 236px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">
<p><em>A soberania de Portugal está gravemente ameaçada. A História, na crueza dos seus factos, revela-nos que, sempre que o País ficou enfraquecido, aumentou a vulnerabilidade à perda da sua Independência. (&#8230;)</em></p>
</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 236px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"></div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 236px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">
<p><em>(&#8230;) A dúvida que hoje se coloca não é a de que País vamos deixar aos nossos filhos mas sim que filhos devemos deixar ao nosso País. (&#8230;)</em><br />
<em>Perante a herança que as próximas gerações vão receber, é nosso dever, no mínimo, contribuir para lhes facultar as melhores ferramentas para o seu futuro e o de Portugal: educando-os e formando-os com respeito pelos princípios da honra, da responsabilidade e do amor à Pátria.</em></p>
</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 236px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"></div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 236px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">
<p>Ler na integra <strong><a href="http://monarquia-lisboa.blogs.sapo.pt/44221.html" target="_blank">aqui</a></strong></p>
</div>
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		<title>Juventude Monárquica na SIC Radical</title>
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		<pubDate>Fri, 06 May 2011 07:55:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>raulbugalhopinto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cavaco]]></category>
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		<description><![CDATA[
Que significado tem a monarquia hoje em dia? Diferenças existentes entre monarquia/republica. A isenção da Chefia de Estado. Transmitido a 29-Abr-2011 na SIC Radical no programa &#8220;Curto Circuito&#8221;, na sequência do Casamento Real ocorrido em Londres.

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<p>Que significado tem a monarquia hoje em dia? Diferenças existentes entre monarquia/republica. A isenção da Chefia de Estado. Transmitido a 29-Abr-2011 na SIC Radical no programa &#8220;Curto Circuito&#8221;, na sequência do Casamento Real ocorrido em Londres.</p>
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		<title>SIC &#8211; 29 de Abril SAR o Duque de Bragança na SIC (3/3)</title>
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		<pubDate>Sun, 01 May 2011 08:47:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>raulbugalhopinto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[

SAR o Duque de Bragança enfatiza o prestígio e as receitas geradas pelo mediatismo do Casamento Real e questiona algumas opções em Portugal, nomeadamente as Jóias da Coroa não estarem expostas. Transmitido a 29-Abr-2011 na SIC no programa &#8220;Boa Tarde&#8221;, na sequência do Casamento Real ocorrido em Londres.

        [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ZzsgPl8-T7M?hl=pt&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/ZzsgPl8-T7M?hl=pt&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object>
</p>
<p>SAR o Duque de Bragança enfatiza o prestígio e as receitas geradas pelo mediatismo do Casamento Real e questiona algumas opções em Portugal, nomeadamente as Jóias da Coroa não estarem expostas. Transmitido a 29-Abr-2011 na SIC no programa &#8220;Boa Tarde&#8221;, na sequência do Casamento Real ocorrido em Londres.</p>
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		<title>SIC &#8211; 29 de Abril SAR o Duque de Bragança na SIC (2/3)</title>
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		<pubDate>Sun, 01 May 2011 08:47:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>raulbugalhopinto</dc:creator>
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SAR o Duque de Bragança comenta o seu casamento e como os portugueses o viveram de forma entusiasmada. Transmitido a 29-Abr-2011 na SIC no programa &#8220;Boa Tarde&#8221;, na sequência do Casamento Real ocorrido em Londres.

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<p>SAR o Duque de Bragança comenta o seu casamento e como os portugueses o viveram de forma entusiasmada. Transmitido a 29-Abr-2011 na SIC no programa &#8220;Boa Tarde&#8221;, na sequência do Casamento Real ocorrido em Londres.</p>
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		<title>SIC &#8211; 29 de Abril SAR o Duque de Bragança na SIC (1/3)</title>
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		<pubDate>Sun, 01 May 2011 08:37:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>raulbugalhopinto</dc:creator>
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SAR o Duque de Bragança fala sobre as ligações afectivas e históricas que existem entre a Família Real e a população de um país. Transmitido a 29-Abr-2011 na SIC no programa &#8220;Boa Tarde&#8221;, na sequência do Casamento Real ocorrido em Londres.

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<p>SAR o Duque de Bragança fala sobre as ligações afectivas e históricas que existem entre a Família Real e a população de um país. Transmitido a 29-Abr-2011 na SIC no programa &#8220;Boa Tarde&#8221;, na sequência do Casamento Real ocorrido em Londres.</p>
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		<title>RTP &#8211; 29 de Abril SAR o Duque de Bragança em conversa com Rodrigues dos Santos</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 15:44:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jtavora</dc:creator>
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		<description><![CDATA[



Dom Duarte, Duque de Bragança responde à questão do que poderia ser diferente caso vivêssemos em monarquia. Entrevista transmitida a 29-Abr-2011 na RTP1, na sequência do Casamento Real ocorrido em Londres.

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<p>Dom Duarte, Duque de Bragança responde à questão do que poderia ser diferente caso vivêssemos em monarquia. Entrevista transmitida a 29-Abr-2011 na RTP1, na sequência do Casamento Real ocorrido em Londres.</p>
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		<title>Entrevista Duque de Bragança à Lusa 23 Abril 2011</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Apr 2011 17:58:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jtavora</dc:creator>
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		<title>Mário Crespo entrevista SAR o Duque de Bragança</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Dec 2010 09:13:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>raulbugalhopinto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mário Crespo entrevistou SAR o Duque de Bragança no Jornal das 9 da SIC Notícias. Entrevista transmitida a 1-Dez-2010, na sequência dos 370 anos da Restauração.











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			<content:encoded><![CDATA[<p>Mário Crespo entrevistou SAR o Duque de Bragança no Jornal das 9 da SIC Notícias. Entrevista transmitida a 1-Dez-2010, na sequência dos 370 anos da Restauração.</p>
<p>
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<p>
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		<item>
		<title>lº de Dezembro 2010 &#8211; Mensagem de S.A.R. D. Duarte, Duque de Bragança</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Dec 2010 16:47:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jtavora</dc:creator>
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Na perspectiva histórica de um País com perto de 900 anos, o penoso caminhar numa crise comparável à vivida nos tempos da I República cujo centenário este ano faustosamente se comemorou, permite-nos retirar diversas conclusões.
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</p>
<p style="font-size: 14px !important; text-align: justify; margin: 0px;">Na perspectiva histórica de um País com perto de 900 anos, o penoso caminhar numa crise comparável à vivida nos tempos da I República cujo centenário este ano faustosamente se comemorou, permite-nos retirar diversas conclusões.</p>
<p style="font-size: 14px !important; text-align: justify; margin: 0px;">Comecemos pela circunstância de a República, fundada pela força que derrubou um Regime Democrático, nunca, até aos nossos dias, haver sido legitimada pelo voto popular. Significativo é, também, o facto de o regime republicano, nas suas várias expressões, não ter tido capacidade para resolver nenhum dos problemas de que acusava a Monarquia e o facto de que as Democracias mais desenvolvidas e estáveis da Europa serem Monarquias. As nossas três Repúblicas do séc. XX nasceram de três golpes militares após os quais os governantes se lançaram a reorganizar a sociedade, com os resultados que agora estão à vista. Como herdeiro dos reis de Portugal, eu represento um outro princípio, o princípio da liberdade e não o da coerção.</p>
<p style="font-size: 14px !important; text-align: justify; margin: 0px;">Chegou a hora de a sociedade livremente dizer que Estado quer. Em vários reinos do Norte da Europa ouvi destacados políticos afirmarem que “vivemos em República, mas o nosso Rei é o melhor defensor da nossa República”. Deixo aqui uma mensagem aos monárquicos, aos convictos que, hoje, são a minoria mas, segundo as sondagens, serão a maioria no futuro que se aproxima. Quero lembrar que essas sondagens chegam a referir 20%, 30% ou 40% de monárquicos, conforme as perguntas são feitas, percentagens tanto mais valiosas quanto resultam da escolha de pessoas livres e não de propagandas de partidos ou de movimentos sem transparência.</p>
<p style="font-size: 14px !important; text-align: justify; margin: 0px;">Quero agradecer-vos a generosidade, o entusiasmo, e a dedicação quando içam nas ruas a bandeira das Quinas com a Coroa e quero dizer-vos que continuarei a acompanhá-los, como sucedeu no 5 de Outubro em Guimarães, o dia da independência nacional. A situação humilhante em que a Nação se encontra perante nós próprios e a comunidade internacional obriga-nos a reflectir sobre novos modelos de desenvolvimento económico e de vida em sociedade, inspirados no bem comum. Com efeito, a expectativa inicial do projecto europeu que a generalidade dos membros abraçou e que se assumiu, na sua origem, como um projecto de cooperação entre Estados – com os mais ricos a ajudarem os mais pobres – corre o risco de passar, rapidamente, de miragem a tragédia, com os mais fortes a ditarem regras e a impor sanções aos mais vulneráveis. Neste contexto de incerteza e preocupação, são, por isso, cada vez mais as vozes autorizadas que preconizam a necessidade da reforma do modelo de desenvolvimento económico global.</p>
<p style="font-size: 14px !important; text-align: justify; margin: 0px;">A reactivação estratégica de uma agricultura sustentável e ecologicamente equilibrada é fundamental para enfrentarmos com segurança os desafios actuais, como há pouco tempo lembrou o Papa Bento XVI . Precisamos de um novo modelo para conseguir maior felicidade e bem-estar com menor desperdício de recursos, que deverão ser melhor e mais justamente partilhados, para que a ninguém falte o essencial. Havendo tantas necessidades de apoio às populações seria desejável dinamizar as antigas tradições de voluntariado, recorrendo também aos serviços dos beneficiários de subsídios do Estado, como condição para receberem esses subsídios. Receber subsídios sem dar a sua contribuição para a sociedade equivale a receber esmolas, o que não é bom. Portugal não pode cair no desânimo a que nos conduzem os constantes e confusos acontecimentos políticos nacionais amplamente noticiados.</p>
<p style="font-size: 14px !important; text-align: justify; margin: 0px;">É fundamental acreditar no Futuro e partilhar Esperança, nunca nos esquecendo de onde viemos e para onde queremos ir. Para isso há que cultivar os exemplos de competência, seriedade e coragem na defesa de ideais, combatendo a falta de autenticidade que, infelizmente, constitui uma das mais comuns e perversas características do nosso tempo. Quem está na Política deve ter como primeiro e último objectivo SERVIR a Pátria e, em particular, permitir a valorização dos mais desfavorecidos. E para esta valorização ser possível, teremos de repensar todo o nosso sistema educativo, do pré-primário ao superior, adaptando os cursos às necessidades profissionais actuais e futuras e criando – com suporte da rede de ensino privado e cooperativo – condições às famílias com menos recursos para poderem escolher os estabelecimentos que gostariam que os seus filhos frequentassem, sem que tal venha a implicar aumento de encargos para o Estado.</p>
<p style="font-size: 14px !important; text-align: justify; margin: 0px;">Tenho visitado muitas escolas onde me explicam que os programas são desajustados às realidades actuais e às saídas profissionais, e particularmente aos jovens com problemas de adaptação. O “Cheque Ensino” seria uma solução para estes problemas, permitindo às famílias escolher a oferta escolar mais adaptada às necessidades dos seus filhos, evitando a discriminação económica actual e promovendo a qualidade do ensino através de uma saudável concorrência… Só desta forma conseguiremos melhorar efectivamente o nível médio cultural, académico e profissional da população com vista ao progressivo desenvolvimento e engrandecimento do País e não com fim exclusivamente estatístico. Na sua longa História, Portugal foi grande quando se lhe depararam desafios que envolveram projectos galvanizadores de verdadeira dimensão nacional. Nessas alturas, os portugueses sempre souberam responder com criatividade, entusiasmo e coragem. Hoje, é no Mar e na Lusofonia que a nossa atenção deve ser focada como áreas de eleição para realizar um projecto de futuro para o País e para a Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa. Afinal, são estas duas vertentes que, desde o início da Expansão Marítima Portuguesa, com períodos de maior ou menor brilho, maior ou menor envolvimento, têm vindo a constituir o nosso Desígnio.</p>
<p style="font-size: 14px !important; text-align: justify; margin: 0px;">O prestigiado Jean Ziegler, meu professor em Genebra, ensinava que existem dois caminhos para desenvolver os povos. O primeiro começava pela educação profissional, académica e ética da população , que iria desenvolver o país e conduzi-lo ao enriquecimento. O segundo caminho consistia em injectar dinheiro estrangeiro na economia. Os governantes criariam grandes infra-estruturas, enriquecendo-se alguns deles no processo, e a população compraria bens de consumo importados, enriquecendo o comércio. Mas no fim, essa nação estaria endividada e a classe média empobrecida porque as capacidades de produção teriam diminuído. Infelizmente é esta a nossa realidade recente. Deixo para os especialistas apontarem os factores da crise que nos fustiga, fazerem os diagnósticos acertados, apontarem as vias de solução. Mas não posso deixar de dizer que é urgente arrepiarmos o caminho que nos trouxe à gravíssima crise económica e financeira que atravessamos, como venho denunciando desde há anos.</p>
<p style="font-size: 14px !important; text-align: justify; margin: 0px;">Foi justamente neste sentido que, este ano, pela segunda vez, promovi, no âmbito da Comissão D. Carlos 100 Anos, a organização do Congresso “Mares da Lusofonia”que permitiu uma participada reflexão, com representantes de todos os Países da CPLP presentes, acerca da valia dos mares e das Plataformas Continentais dos países lusófonos nas vertentes estratégica, de segurança, jurídica, ambiental, científica, tecnológica e económica.</p>
<p style="font-size: 14px !important; text-align: justify; margin: 0px;">A intensificação do intercâmbio de conhecimentos da sociedade civil e o fortalecimento das relações afectivas entre os nossos países contribuirá decisivamente para a supressão das barreiras que ainda existem. Recentemente visitei o Brasil, pátria de minha Mãe, onde, em Brasília, tive a feliz oportunidade de contactar alguns membros do seu Governo. Transmiti os meus sinceros votos de sucesso à recém-eleita Presidente Dilma Russef. Percebi que lá existe uma grande abertura à ideia de uma futura Confederação de Estados Lusófonos, que muito beneficiaria todos os seus membros e cuja adesão não comprometeria as alianças regionais existentes. O facto do Reino Unido pertencer à Commonwealth não prejudica a sua participação na União Europeia mas valoriza-a.</p>
<p style="font-size: 14px !important; text-align: justify; margin: 0px;">Ainda sobre a importância da afectividade que naturalmente se cultiva na Comunidade Lusófona, virá a propósito salientar a decisão do Governo de Timor – país a que me ligam relações de profunda amizade – quando, à semanas, declarou o seu auxílio a Portugal na compra de parte da nossa dívida pública, num gesto de fraternal amizade. Do mesmo modo, tenho indicações de que muito nos beneficiaria negociar com o Brasil um empréstimo para resolver a crise da dívida pública soberana em melhores condições do que com o FMI ou a Europa. Para concluir, gostaria de transmitir a todos os portugueses uma mensagem de ânimo: Não vos deixeis abater pela situação de dificuldade económica e crise moral que actualmente nos invade.</p>
<p style="font-size: 14px !important; text-align: justify; margin: 0px;">Lembrai-vos que tivemos momentos bem mais graves na nossa História em que a perenidade da Instituição Real foi suporte decisivo para a recuperação conseguida. A dinastia, baseada na família, oferece o referencial de continuidade de que Portugal está carente há cem anos.</p>
<p style="font-size: 14px !important; text-align: justify; margin: 0px;">Viva Portugal!</p>
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