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1º de Dezembro, Dia da Independência

1 de Dezembro de 2011
4:00 pmaté às5:00 pm

Como habitualmente, terá lugar no dia 1 de Dezembro, a cerimónia de homenagem aos Restauradores de 1640, junto ao seu monumento, pelas 16h00, que contará com a presença de Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte, Chefe da Casa Real portuguesa. O presidente da Real Associação de Lisboa irá depor uma coroa de flores, em representação da Real Associação, prestando assim a homenagem dos monárquicos aos que tudo arriscaram , naquele dia, para que Portugal recuperasse a sua soberania e a sua independência, restaurando a Coroa na pessoa do Duque de Bragança, D. João.
Apela-se a todos para que compareçam neste acto de memória e de afirmação patriótica.

Crise: Governo elimina 5 de Outubro e 1 de Dezembro (in Correio da Manhã 16-Nov-2011)

Fim de feriados está decidido

O Governo propõe o fim dos feriados de 5 de Outubro, que celebra a Implantação da República, e de 1 de Dezembro, que assinala a Restauração da Independência. A eliminação destes feriados civis junta-se aos dois religiosos sobre os quais a Igreja já chegou a acordo: Assunção de Maria (15 de Agosto) e Corpo de Deus (assinalado a uma quinta-feira, 60 dias após a Páscoa).

A concretizar-se a proposta do Governo, já no calendário de 2012, em vez dos actuais 13 feriados, Portugal passa a gozar nove (ver infografia). A medida, que visa “contrariar o risco da deterioração económica”, nas palavras do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, está a dividir opiniões.

“Se quiserem acabar com o 5 de Outubro, então que acabem com todos os feriados civis”, afirmou ao CM António Reis, ex-grão-mestre do Grande Oriente Lusitano. Republicano convicto, considera que o Governo está a eliminar uma página da História de Portugal: “É apenas mais um contributo para que se apague a Implantação da República da memória.”

Já Luís Lavradio, presidente da Causa Real, aceita a necessidade de eliminação dos feriados, mas critica os critérios adoptados, nomeadamente no que se refere ao fim da celebração da Restauração da Independência. “O 1 de Dezembro foi uma data que uniu os portugueses atrás de um projecto, a independência do País”, começou por defender. “Acho que há outros feriados que infelizmente não trouxeram nada de novo. Celebrar uma data que apenas reúne meia dúzia de pessoas na Praça do Município é errado. Se há feriado que não devia existir é o 5 de Outubro”, concluiu.

No que se refere à eliminação dos feriados religiosos, Manuel Morujão, porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa, aplaude o “empenho” que está inerente à proposta, “no sentido de ultrapassar a crise”, desvalorizando a opção pelo fim dos feriados Assunção de Maria e Corpo de Deus. “A ideia não é eliminar estes feriados, mas apenas transpô-los para o domingo seguinte”, explicou.

DESCANSO NO CARNAVAL PODE ACABAR

O Governo já anunciou a eliminação de quatro feriados, mas a redução total do número de dias de descanso poderá ser superior. Um dos cenários possíveis passa pela eliminação complementar da terça-feira de Carnaval, que no Código do Trabalho, aparece como um “feriado facultativo”. Isto, apesar de existir apenas memória de um único ano em que o Governo não deu tolerância de ponto neste dia. Estávamos em 1993 e era Cavaco Silva primeiro-ministro.


Fonte: Correio da Manhã



Chefe da casa real portuguesa ao Diário de Notícias : ‎Não podem ser perdoadas as práticas de má gestão quando foram praticadas com má fé e para obter benefícios

Políticos devem ser responsabilizados

por LusaHoje

Duarte Pio



O pretendente ao trono português, Duarte Pio de Bragança, defende que os políticos sejam responsabilizados por má gestão quando tenha havido má fé ou obtenção de benefícios e admite que a actual situação de Portugal deve ser alvo de análise.

“É preciso moralizar a classe política. Como em qualquer profissão ou actividade, os políticos devem ser responsabilizados”, disse à Lusa Duarte Pio de Bragança.

“Não podem ser perdoadas as práticas de má gestão quando foram praticadas com má fé e para obter benefícios”, sublinhou o chefe da casa real portuguesa, dando como exemplo “grandes fortunas que abençoaram inexplicavelmente famílias de alguns políticos”.

Questionado sobre a possibilidade de ser aberto um inquérito parlamentar para apurar responsabilidades sobre a actual situação económica do país – como aconteceu na Irlanda – Duarte Pio admitiu ser necessário fazer uma análise.

“Quando uma situação corre mal, é necessário fazer uma análise para perceber o que aconteceu e para que não se repita no futuro. Esta situação não é diferente”, concluiu.

A crise financeira já foi alvo de investigações em dois países europeus – Islândia e Irlanda – e nos Estados Unidos, sendo que o Reino Unido decidiu investigar também as respostas da própria Comissão Europeia à crise.



Jantar dos Conjurados

30 de Novembro de 2011
7:00 pm



Centro Cultural de Belém Lisboa – 19 horas: aqui todas as informações