Missa por alma de S.M.F. a Rainha Dona Maria Pia

A Casa Real e a Drª Isabel Silveira Godinho, Directora do Palácio da Ajuda, mandam celebrar Missa por alma de S.M.F. a Rainha Dona Maria Pia, na Igreja de S. Vicente de Fora, no dia 5 de Julho, pelas 19h00, na passagem do Iº centenário da sua morte.
Presidirá à Eucaristia S. Exº Revma. o Bispo Auxiliar de Lisboa, D. Carlos Azevedo.
Lançamento de A Infanta Rebelde

O lançamento do livro A Infanta Rebelde, da autoria de Raquel Ochoa decorrerá na 2ª feira dia 27 de Junho pelas 18,30hs no Palácio da Independência em Lisboa.
A biografia de D. Maria Adelaide de Bragança publicada pela Oficina do Livro da editora LeYa, será apresentada pela jornalista Isabel Stilwell e pelo Padre Pedro Quintela.
Comunicado do Secretariado da Casa Real
Importante Comunicado do Secretariado da Casa Real
«Em face de diversas notícias divulgadas em diferentes orgãos de comunicação social , algumas delas atentatórias da dignidade e do bom nome do Senhor Dom Duarte de Bragança, vem o seu Secretariado esclarecer o seguinte:
1- Não existe qualquer sentença de condenação do Senhor Dom Duarte de Bragança ao pagamento de 100.000 €, nem existe qualquer sentença ordenando a penhora de bens da sua propriedade para garantia do pagamento dos referidos 100.000 €.
2- Corre os seus termos no 1º Juízo do Tribunal do Comércio de Lisboa a acção nº 93/07.0TYLSB, na qual, com base no registo de marca nacional nº 366085 e de logotipo nº 5694, é pedido que o Senhor Dom Duarte seja impedido de utilizar símbolos, ou semelhantes, com as insígnias usadas pela associação denominada Ordem de São Miguel da Ala
3- Tal pretensão foi contestada pelo Senhor Dom Duarte e a acção em causa aguarda, desde 2009, que seja proferido despacho saneador. Assim, a referida acção ainda não teve julgamento nem foi proferida qualquer sentença a esse respeito.
4- Por apenso a esta mesma acção foi instaurado um procedimento cautelar no qual foi proferida uma decisão – necessariamente provisória e meramente destinada a garantir o efeito útil de qualquer sentença que vier a ser proferida no processo principal – ordenando aos requeridos que se abstivessem de utilizar sinais idênticos ou confundíveis com aquelas marca e logotipo e estipulando, para a hipótese de atraso no cumprimento da decisão, uma sanção pecuniária compulsória de 200,00 € diários.
5- Posteriormente a esta decisão, datada de 23 de Outubro de 2009, não foi proferida qualquer outra decisão judicial sobre o assunto.
6- Enquanto aguarda serenamente a sentença a ser proferida no processo principal, o Senhor Dom Duarte de Bragança respeitou a decisão proferida no procedimento cautelar, abstendo-se imediatamente da utilização dos sinais distintivos em questão.
7- Carece, assim, de qualquer fundamento o requerimento executivo apresentado, bem como a penhora dos bens divulgada, pelo que foi oportunamente apresentada uma oposição à execução, aguardando-se decisão judicial sobre a mesma.
8- Todas as outras questões relacionadas com a divulgação e o conteúdo das notícias em causa serão, a seu tempo, encaminhadas para sede própria.»
O Secretariado da Casa Real
D. Duarte defende aglutinação de feriados (In Correio da Manhã 10-Jun-2011)
Duque de Bragança quer concentrar 25 de Abril, 5 de Outubro e 1 de Dezembro, no 10 de Junho.
O Duque de Bragança, D. Duarte Pio, sugeriu hoje que se deixem de comemorar os feriados do 25 de Abril, 5 de Outubro e 1 de Dezembro, para aglutinar as respectivas celebrações no 10 de Junho, dia de Portugal e de Camões.
O herdeiro da coroa portuguesa falava ao CM à saída do Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, onde assistiu à homilia do bispo timorense D. Ximenes Belo, que celebrou missa em memória dos combatentes portugueses.
Depois de ouvir a celebração eucarística do bispo timorense, que recordou as tradições portuguesas espalhadas pelo mundo, D. Duarte Pio considerou o 25 de Abril, o 5 de Outubro, e o 1 de Dezembro como “feriados sectários”. “A melhor maneira de honrar a memória dos combatentes portugueses é celebrar Portugal a 10 de Junho, sem quaisquer conotações políticas”, concretizou o Duque de Bragança.
Após a missa, o herdeiro da coroa deslocou-se para o monumento ao combatente do Ultramar, junto à Torre de Belém, onde foi convidado de honra da comissão executiva que presidiu à organização do XVIII Encontro Nacional de Combatentes, onde foram homenageados os militares mortos nas três frentes de guerra colonial em que Portugal se movimentou, de 1961 a 1974.
Miguel Curado
Fonte: Correio da Manhã
D. Duarte ganha nacionalidade timorense por “altos serviços prestados ao país” (In i 08-Jun-2011)

Duarte Pio Nuno João Henrique Pedro Miguel Gabriel Rafael de Bragança é o nome completo de um novo cidadão timorense, por resolução tomada pelo Parlamento Nacional, revelou hoje à Lusa fonte parlamentar.
Trata-se do pretendente da coroa portuguesa, a quem o Parlamento de Timor-Leste decidiu atribuir a cidadania, numa resolução subscrita por deputados de todas as bancadas, exceto do Partido de Unidade Nacional (PUN), por entender que a nacionalidade deveria ser concedida pelo Ministério da Justiça.
A votação registou duas abstenções e nenhum voto contra, sendo concedida ao herdeiro do trono de Portugal a cidadania de Timor-Leste a título excecional, “por altos e relevantes serviços prestados a Timor-Leste e ao seu povo”.
“Desde 1975 e nos momentos mais difíceis em que a luta pela independência não era falada, nem comentada pelos meios de comunicação internacionais, S.A.R. Dom Duarte de Bragança, foi um dos maiores ativistas em prol da causa timorense, advogando desde cedo o direito à auto-determinação do Povo timorense. Foram inúmeras as campanhas em que se envolveu, de onde se destacam a campanha “Timor 87 Vamos Ajudar” e em 1992 a campanha que envolveu o navio “Lusitânia Expresso”.
O “Lusitânia Expresso”, que transportava um grande grupo de personalidades timorenses, tinha como missão atracar o navio em Díli, o que não aconteceu, por ter sido impedido pela marinha de guerra indonésia, mas o objetivo de alertar o mundo para a causa timorense foi alcançado”, justifica a resolução parlamentar.
Em contactos com o atual Presidente da República, José Ramos Horta, e com o então administrador apostólico de Díli, Ximenes Belo, procurou, com o conhecimento do ministro dos Negócios Estrangeiros da época, Jaime Gama, estabelecer um plano de paz e convidou Kartika Sukarno, filha do Presidente Sukarno e irmã da depois Presidente Megawati, a visitar Portugal.
Em 1997 Duarte Pio deslocou-se a Jacarta, onde foi recebido pelo ministro indonésio dos Negócios Estrangeiros Ali Alatas, e pelo vice-Presidente Jusuf Habibi, a quem expôs a proposta da realização de um referendo em Timor, recusada pelo Presidente Suharto.
Não lhe tendo sido autorizada a visita a Xanana Gusmão na prisão, Duarte Pio conseguiu deslocar-se a Timor-Leste, a convite de Ximenes Belo, onde contactou com elementos da resistência.
Com a ascensão de Jusuf Habibi à Presidência Indonésia e a democratização do regime, este recuperou a ideia do referendo, que veio a ser realizado sob os auspícios das Nações Unidas e resultou na independência de Timor-Leste.
A resolução destaca ainda “o papel fundamental que S.A.R. Dom Duarte de Bragança teve no apoio às comunidades timorenses que foram acolhidas em Portugal”.
Além da resolução relativa ao representante da família real portuguesa, o Parlamento Nacional aprovou uma outra resolução que concede a nacionalidade a um conjunto de religiosos por altos serviços prestados ao país, entre os quais vários sacerdotes portugueses como os padres Felgueiras, Martins e João de Deus, que se mantiveram em Timor durante a ocupação, para onde haviam vindo como missionários, nalguns casos desde 1954.
Fonte: Lusa/i
O poder das palavras de um Rei em frente de uma crise
Crónica de Samuel Paiva Pires no Correio Real nº 5:
Talvez mais do que nunca durante a III República, encontramo-nos hoje em frente de evidências que nos mostram como a verdadeira tradição portuguesa da monarquia seria a garantia de uma saudável democracia, como contrapeso à demagogia que fere o debate público em Portugal. (…) As palavras de um símbolo de unidade nacional como o Rei seriam de um inestimável valor para podermos enfrentar os tempos que se avizinham.
Leia o artigo completo aqui no blog da Real Associação de Lisboa