Se continuarmos ronceiramente a adiar a restauração dos nossos valores tradicionais, acontecerá connosco o que sucede com o nosso serviço de saúde. Ou vêm médicos estrangeiros salvar-nos ou morremos sentados numa cadeira de pau à espera de uma consulta.
João Mattos e Silva, no Editorial do Correio Real nº 5:
Só uma profunda mudança na maneira de ser e estar e de servir Portugal e os portugueses, pode restituir-nos uma dignidade nacional enxovalhada e dar-nos esperança de um futuro melhor para Portugal.
Na posse das democráticas ferramentas de comunicação da web 2.0, urge que os monárquicos estabeleçam novas estratégias de aproximação às pessoas, fornecendo-lhes doutrina e informação credível, reforçando-se sentido de pertença através de conteúdos modernos e atractivos. Leia o artigo completo, aqui no blogue da Real Associação de Lisboa.
Uma Causa Real à conquista do Futuro
Decorreu no passado dia 14 no Palácio da Bolsa, no Porto, o XVII Congresso da Causa Real, que uma vez mais reuniu os seus órgãos sociais e as suas estruturas regionais, as reais associações. Na agenda constava o pedido de renúncia Paulo Teixeira Pinto, a sua substituição, até ao fim do mandato da Direcção que ocorrerá em 2012, pelo Vice- Presidente, Luís Lavradio, assim como a substituição de diversos cargos directivos, por morte ou demissão.
Os tópicos principais das intervenções foram a esperança no futuro e a responsabilidade que acresce, num movimento que ostenta sinais de crescimento e de renovação, tanto nas suas bases quanto nos seus corpos directivos, aos quais nos últimos tempos se vêm juntando novas caras, de jovens e promissores quadros profissionais. A sessão da manhã não foi encerrada sem ter sido prestado um voto de louvor ao presidente cessante Paulo Teixeira Pinto que manterá presença no Conselho Superior.
Para a Direcção Nacional foram eleitos os seguintes os novos quadros dirigentes:
Para a Vice-presidência, João Távora, empresário de Comunicação
Para Secretário Geral, Sérgio Rau Silva, gestor bancário.
Para Vogal, Alexandra Mascarenhas Vasconcellos, administradora de empresas no sector dos média e Presidente da Ejesa.
Também para vogal, Gonçalo de Brito e Cunha, doutorado em Inteligência Artificial, empresário em nome próprio.
No Conselho Superior, em substituição de Rui Fortes da Gama, entretanto falecido, entrou Rui Moreira, empresário, colunista e comentador desportivo, Presidente da Associação Comercial do Porto.
Para o Conselho Monárquico, em substituição do Maestro Ivo Cruz, que faleceu, foi designado António Filipe Pimentel, doutorado em História de Arte, antigo pró-Reitor da Universidade de Coimbra, Director do Museu Nacional de Arte Antiga.
Após um pequeno seminário sobre as oportunidades da comunicação Web e Interlocal respectivamente por João Távora e João Palmeiro, o congresso foi encerrado com uma alocução proferida por S.A.R. D. Duarte Duque de Bragança, que exortou as estruturas da Causa Real a intensificarem a sua implantação local através das mais eficientes estratégias de comunicação.
Dom Duarte ao Diário de Notícias – 14 de Maio
Com monarquia, Portugal não estaria neste descalabro!
O Chefe da Casa Real Portuguesa, Dom Duarte Pio, defendeu hoje no Porto que se “Portugal tivesse um Rei como Chefe de Estado” não estaria na actual situação e “mais facilmente poderia sair dela”.
“Portugal, se tivesse como Chefe de Estado um Rei, não estaria na situação como está hoje e poderia sair mais facilmente dela”, afirmou à margem do XVII Congresso da Causa Real, que se encontra a decorrer no Porto.
Para o Duque de Bragança, ”um Rei podia ter alertado com mais impacto os políticos para os problemas que estavam a criar”, lembrando que ”esta situação de descalabro não é de agora”.
“Já começou há muitos anos atrás quando se começaram a entusiasmar com o dinheiro da Europa e a gastar em obras de grande impacto visual e a aumentar o enorme número pessoas a viver à custa do Estado”, disse.
Em defesa da monarquia, salientou que um Rei ”é independente”, equiparando-o a ”um árbitro num jogo de futebol que não pode pertencer a uma das equipas em jogo”.
“Um Rei, como é independente e não precisa dos votos, pode alertar os políticos e ajudá-los a perceber a situação e a corrigir os erros”, sustentou.
Acrescentou que, e comparando com outras Monarquias contemporâneas da Europa, “quando numa Monarquia actual um Rei fala, o que é raro, as pessoas prestam atenção e acreditam no que ele diz”.
O Congresso assistiu ainda à substituição de Paulo Teixeira Pinto na presidência do movimento da Causa Real, sucedendo-lhe Luís Lavradio.
O novo dirigente nacional afirmou que “a monarquia em si não é uma panaceia para todos os males de Portugal”, tendo porém a “certeza que seria uma grande ajuda”.
Que significado tem a monarquia hoje em dia? Diferenças existentes entre monarquia/republica. A isenção da Chefia de Estado. Transmitido a 29-Abr-2011 na SIC Radical no programa “Curto Circuito”, na sequência do Casamento Real ocorrido em Londres.
XVII Congresso da Causa Real – 14 de Maio de 2011
Realiza-se no próximo dia 14 de Maio no Porto, no Auditório do Palácio da Bolsa, o XVII Congresso da Causa Real, com a seguinte Ordem de trabalhos:
09:30 – Credenciação dos Congressistas
10:30 – Abertura e verificação de quórum;
1- Apreciação do Relatório de Actividades e Contas;
2- Eleições para completar o mandato de 2009/2011;
3- Outros Assuntos;
12:30 – Intervalo para almoço
15:00 – Apresentação do tema MENSAGEM MONÁRQUICA E COMUNICAÇÃO por João Távora, Leonardo Melo Gonçalves e João de Moraes Palmeiro
1- Princípios da comunicação política online;
- Boas práticas, tecnologia e rotinas.
2 – Blogues, Redes Sociais, Sites;
- Como ligar, potenciar e crescer;
- A importância dos motores de busca.
3 – Reais Associações Online;
- Como ganhar amigos e influenciar pessoas.
Pausa para café
4 – Comunicação Social escrita;
17:00– Conclusões e Encerramento
INSCRIÇÃO NO CONGRESSO no Auditório do Palácio da Bolsa
CONGRESSISTAS – 50 €
OBSERVADORES – 40 €
JANTAR DE SÁBADO, dia 14, no Hotel Porto Palácio, com SS. AA. RR.
CONGRESSISTAS e CONVIDADOS – 45 €
CONGRESSISTAS e CONVIDADOS (< ou = 30 anos) – 35 €
As inscrições no Congresso dos Congressistas (Delegados e Observadores) bem como a reserva para o Jantar devem ser efectuadas até ao dia 10 de Maio.
A inscrição dos Congressistas por inerência poderá ser efectuada directamente ou via email para realporto@realporto.pt indicando os nomes e referência ao órgão a que pertencem na Causa Real.
As demais inscrições, nomeadamente dos Congressistas (Delegados e Observadores) nomeados pelas Reais Associações deverão ser efectuadas directamente pelas respectivas Reais Associações, que deverão indicar também a forma de pagamento.
O pagamento poderá ser efectivado até ao dia 10 de Maio por cheque à ordem da Real Associação do Porto, enviado para a Rua do Carvalho, 102 T, 4150-192 Porto, ou por transferência bancária para a conta da Real Associação do Porto do banco Millennium BCP com o NIB: 0033 0000 0011 1128 3420 5.
Neste caso de transferência bancária deve referenciar-se no e-mail a data e
As reservas são feitas directamente, com pagamento directo, devendo ao efectuar a reserva indicar como referência o Congresso da Causa Real
A propósito do casamento real no Reino Unido
Dito isto, é curioso que a vida pessoal do eventual herdeiro de um trono distante suscite, mesmo em Portugal, semelhante barulho. Por um lado, há os deslumbrados que analisam ao pormenor vestidos e penteados. Por outro, há os ressentidos que dedicam atenção equivalente a lamentar a atenção dos demais. Os motivos dos primeiros escapam-me. Os motivos dos segun- dos divertem-me. Se bem os percebo, abominam monarquias, abominam o tempo perdido a venerar o fausto monárquico (embora não o tempo perdido a reprová-lo) e abominam que tal desperdício exista à custa do povo.
O engraçado é a rígida ética republicana não se opor aos desperdícios do Estado indígena e “social” (com aspas), que foi existindo à custa dos contribuintes nacionais e, sempre que possível ou necessário, dos internacionais. É terrível que os britânicos sejam obrigados a financiar os excessos dos seus senhores. É desejável obrigá-los a financiar os excessos dos nossos, em nome do “projecto europeu”, da “solidariedade” e, acima de tudo, da falta de vergonha na cara.
Alberto Gonçalves
Diário de Notícias de 1 de Maio de 2011
SIC – 29 de Abril SAR o Duque de Bragança na SIC (3/3)
SAR o Duque de Bragança enfatiza o prestígio e as receitas geradas pelo mediatismo do Casamento Real e questiona algumas opções em Portugal, nomeadamente as Jóias da Coroa não estarem expostas. Transmitido a 29-Abr-2011 na SIC no programa “Boa Tarde”, na sequência do Casamento Real ocorrido em Londres.
SIC – 29 de Abril SAR o Duque de Bragança na SIC (2/3)
SAR o Duque de Bragança comenta o seu casamento e como os portugueses o viveram de forma entusiasmada. Transmitido a 29-Abr-2011 na SIC no programa “Boa Tarde”, na sequência do Casamento Real ocorrido em Londres.