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Não Falte, Terça-feira dia 1 de Fevereiro 19,00hs!

Na passagem do 103º aniversário do brutal regicídio, na Igreja de Nossa Senhora da Encarnação ao Chiado, será celebrada missa em memória do Rei Dom Carlos e do Príncipe Real Dom Luís Filipe homenageando-se o seu sacrifício ao serviço da Pátria há 103 anos. A Real Associação de Lisboa apela à presença de todos neste tributo que contará com a presença da família Real. Um povo sem memória é um povo sem futuro.

Missa por alma de El-Rei D. Carlos e Príncipe D. Luís Filipe

1 de Fevereiro de 2011
7:00 pmaté às8:00 pm

Terá lugar no dia 1 de Fevereiro, pelas 19h00, na Igreja da Encarnação, no Chiado, a Missa por alma de S.M. o Rei Dom Carlos e SA.R. o Príncipe Dom Luís Filipe.

Em quem votam os monárquicos nas presidenciais? (In Sol 05-Jan-2011)

Os monárquicos têm liberdade para tomarem qualquer posição nas eleições presidenciais, que se realizam no próximo dia 23, mas habitualmente abstêm-se ou invalidam o voto, notam responsáveis do Partido Popular Monárquico (PPM) e da Causa Real.

Em declarações à Lusa, João Mattos e Silva, vice-presidente da Causa Real, declarou a ausência de uma «posição unânime, nem uma directiva», embora seja «lógico» para os monárquicos não votarem na eleição do Chefe de Estado.

«Mas ninguém pode impedir as pessoas de exercerem os seus direitos de cidadania», argumenta o responsável, adiantando o apoio da Causa a quem entenda votar, uma vez que se vive numa República.

Mattos e Silva defende, como «muitos monárquicos», que «por uma questão de coerência não se deve votar, mas anular o voto» e assim cumpre-se o «dever de cidadão».

Nas outras eleições, os monárquicos são livres de votar e muitos são até filiados em partidos, recordou o dirigente que resume que a «monarquia está acima dos partidos».

Para esta campanha, como nas passadas, a Causa Real não agendou qualquer iniciativa embora continue a passar mensagens e a «denunciar aquilo que está mal na chefia de estado electiva» nomeadamente na Internet.

O PPM deverá na próxima semana começar as acções sobre as «contradições» do exercício da função de Presidente da República com a Constituição e a despesa «cada vez maior» do sistema para o país, informa o presidente do partido.

Paulo Estévão lembra que os chefes de Estado já foram líderes de partidos, estão «comprometidos» ideologicamente e têm apoios partidários «muito específicos»: «a ideia que se estabelece é que não é presidente de todos os portugueses, ao contrário de um rei».

Para o líder do PPM, com um presidente «não existe isenção e capacidade para fazer convergir o povo para os grandes objectivos e para a unidade nacional».

Outra acção será mostrar que o «país gasta cada vez mais» com a República face ao número de ex-presidentes, que contrariamente aos «princípios republicanos» não voltam a ser «cidadãos comuns».

«Os ex-presidentes ficam com um conjunto de regalias, não só em termos de vencimento, como de pessoal, de segurança», enumera.

Sobre as eleições, o partido decidiu «liberdade de voto e os dirigentes e militantes poderão apoiar qualquer um dos candidatos».

No entanto, a prática é «não votar» e mesmo anular o voto com a frase ‘Viva o Rei’.

Fonte: Lusa /SOL