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Opinião de Alberto Gonçalves no DN

Cem anos de simulação

Não vou aos touros, não gosto (genericamente) de fado e nunca experimentei o mais vago sentimento monárquico. Mas comemorar a Iª República é igual a comemorar o dia em que o nosso tio-avô contraiu sífilis. A abolição da monarquia constitucional resultou da acção de um pequeno bando de rústicos, de carácter, conduta e aspecto duvidosos. O regime imposto pelo bando foi um exercício de limitação sucessiva de direitos concedidos, é verdade que moderadamente, até 1910. Fora a famosa liberdade religiosa, um pretexto para perseguir o clero, no resto, contas por alto, condicionou-se a liberdade de expressão, mediante censura activa, e a liberdade de voto, entretanto restrita aos alfabetizados – cujo número, durante a vigência “progressista” de Afonso Costa e comparsas, misteriosamente quase não sofreu alterações (durante Salazar, curiosamente, sim).

As consequências imediatas de semelhante delírio traduziram-se na emergência do Estado Novo, que adaptou a trela nos costumes e contrapôs ao caos governativo e económico um modelo de ordem, para alívio inicial das massas. As consequências a longo prazo ainda se sentem hoje, quando um país teoricamente civilizado festeja com pompa oficial a delinquência e o atraso de vida, afinal os autênticos “valores” da I República, de que a III, para nosso embaraço, pelos vistos não abdica.

Alberto Gonçalves

Diário de Nótícias, 31 de Janeiro de 2010

Jantar de Posse da Nova Direcção da Juventude Monárquica de Lisboa


Jantar de Posse da Nova Direcção da Juventude Monárquica de Lisboa
Na sequência do pedido de demissão da anterior direcção da Juventude Monárquica de Lisboa, por de impedimento da vida pessoal e profissional do seu Presidente Joel Moedas Miguel, a direcção da Real Associação de Lisboa, ao abrigo do Regulamento Interno, nomeou uma nova direcção presidida por Duarte Seabra Calado. Do novo elenco directivo fazem parte Francisco Franco de Sousa, Vice- Presidente, Pedro Rodrigues de Castro, Secretário, Tomás de Mello Breyner, Tesoureiro, João Júlio Teixeira, Pedro Costa Lira e Filipa Xavier, Vogais e como Vogais  Suplentes Mariana Marques Guedes, Mariana Guimarães, Pedro Lopes Martins, Joana Bordalo e Catarina Mattos Correia.
A posse da nova direcção da Jota da Real Associação de Lisboa ocorreu num jantar, no Palácio da Independência, no passado dia 21 de Janeiro, com cerca de cem participantes, tendo estado também presentes o Secretário – Geral da Causa Real, Rui Gomes Araújo, o Presidente da Juventude Monárquica nacional, Álvaro Diogo de Meneses e o Secretário do Conselho Fiscal, Luís Barata., Duarte Calheiros e Manuel Figueiredo, respectivamente Vice- Presidente e Tesoureiro da anterior direcção da JML. A posse foi dada pelo Presidente da Direcção da Real, João Mattos e Silva que dirigiu algumas palavras aos jovens presentes, tendo respondido o novo Presidente Duarte Seabra Calado. Pedro Rodrigues de Castro apresentou depois em power point o plano de acção para 2010 e os grandes objectivos da nova direcção da Juventude Monárquica.



Na sequência do pedido de demissão da anterior direcção da Juventude Monárquica de Lisboa, por de impedimento da vida pessoal e profissional do seu Presidente Joel Moedas Miguel, a direcção da Real Associação de Lisboa, ao abrigo do Regulamento Interno, nomeou uma nova direcção presidida por Duarte Seabra Calado. Do novo elenco directivo fazem parte Francisco Franco de Sousa, Vice- Presidente, Pedro Rodrigues de Castro, Secretário, Tomás de Mello Breyner, Tesoureiro, João Júlio Teixeira, Pedro Costa Lira e Filipa Xavier, Vogais e como Vogais  Suplentes Mariana Marques Guedes, Mariana Guimarães, Pedro Lopes Martins, Joana Bordalo e Catarina Mattos Correia.

A posse da nova direcção da Jota da Real Associação de Lisboa ocorreu num jantar, no Palácio da Independência, no passado dia 21 de Janeiro, com cerca de cem participantes, tendo estado também presentes o Secretário – Geral da Causa Real, Rui Gomes Araújo, o Presidente da Juventude Monárquica nacional, Álvaro Diogo de Meneses e o Secretário do Conselho Fiscal, Luís Barata, Duarte Calheiros e Manuel Figueiredo, respectivamente Vice- Presidente e Tesoureiro da anterior direcção da JML. A posse foi dada pelo Presidente da Direcção da Real, João Mattos e Silva que dirigiu algumas palavras aos jovens presentes, tendo respondido o novo Presidente Duarte Seabra Calado. Pedro Rodrigues de Castro apresentou depois em power point o plano de acção para 2010 e os grandes objectivos da nova direcção da Juventude Monárquica.



D. Duarte e os gastos das comemorações do centenário da república


O Duque de Bragança disse, este sábado, à Lusa que considera excessivos os 10 milhões de euros destinados às comemorações da República, apesar de não se opor à homenagem aos líderes republicanos «que tinham um ideal».


«Podemos, e estou de acordo, prestar uma homenagem ao idealismo dos homens que fizeram a Revolução de 5 de Outubro, nomeadamente a Carbonária, que era um movimento terrorista da época, mas eram idealistas dispostos a dar a vida pelas suas causas. Os líderes republicanos que tinham um ideal merecem uma homenagem, mas 10 milhões de euros acho um pouco demais», disse D. Duarte Nuno, Duque de Bragança.

«Gastar 10 milhões de euros para celebrar 100 anos que não correram bem não vale a pena, é um desperdício muito grande», disse.

D. Duarte falava à margem do VII Almoço de Reis, em Santarém, promovido pela Real Associação do Ribatejo e que se realizou depois de uma reunião da direcção nacional da Causa Real, presidida por Paulo Teixeira Pinto, e que contou com a presença dos presidentes das Reais Associações de todo o país.

Causa Real demarca-se de pedido de referendo

Paulo Teixeira Pinto disse à Lusa que a Causa Real vai tomar uma «posição pública» sobre o dia 31 de Janeiro, dia escolhido para o início das comemorações oficiais do centenário da República. Teixeira Pinto considera data «adversa» ao ideal monárquico, mas não quis revelar pormenores sobre a iniciativa.

O presidente da Causa Real demarcou-se da iniciativa do Partido Popular Monárquico (PPM), que quer propor um referendo para saber se os portugueses preferem a monarquia ou a república. «Não temos que nos associar a iniciativas do PPM. No limite, o PPM é que poderia ter que se associar a iniciativas da Causa Real», rematou.

Por seu turno, D. Duarte Nuno recordou que a actual Constituição portuguesa proíbe outro regime que não o republicano, pelo que, primeiro, é preciso conseguir que dois terços dos deputados da Assembleia da República aceitem retirar o artigo que declara inalterável a forma republicana, substituindo esta expressão por «é inalterável a forma democrática de Governo», disse, acrescentando que «só depois vale a pena estudar um referendo».


http://diario.iol.pt/politica/d-duarte-d-duarte-braganca-monarquia-republica-tvi24/1131983-4072.html

Visita a Vila Viçosa

20 de Março de 2010

 

A Real Associação de Lisboa vai realizar uma visita a Vila Viçosa no próximo dia 20 de Março, celebrando o 21º aniversário da sua criação em Fevereiro de 1989 e lembrando os 406 anos do nascimento do Rei D. João IV, ocorrido a 19 de Março de 1604 e os 364 anos da Provisão Régia, do mesmo Rei, que consagrou Nossa Senhora da Conceição Rainha de Portugal, que data de 25 de Março de 1646.


PROGRAMA

 

9H00 – Partida de Lisboa, em autocarro – Praça de Espanha (junto a parque de estacionamento à esquina com a Av. de Berna)

12h00Chegada a Vila Viçosa e visita ao Santuário de Nossa Senhora da Conceição

13h00Almoço

15h00 Visita ao Paço Ducal

16h00Tempo livre para outras visitas ou descanso

17h30Partida para Lisboa

20h30 Chegada a Lisboa, Praça de Espanha, no mesmo local da partida


Preço por pessoa (viagem de autocarro, almoço e ingresso no Paço Ducal) – €35

Preço para jovens – €15


INSCRIÇÕES


As inscrições devem ser feitas na sede da Real Associação de Lisboa, Praça Luís de Camões, 46 -2º Dto.,de 1 a 15 de Março, das 15 às 18h00, de 2ª a 5ª feira.

Paulo Teixeira Pinto processa Francisco Louçã

Líder do Bloco classificou de «patusca» uma iniciativa da Causa Real, à qual pertence o ex-banqueiro e que, segundo Louçã é um grupo de «saudosistas monárquicos»

O ex-presidente do BCP, Paulo Teixeira Pinto, apresentou uma queixa-crime contra Francisco Louçã, líder do Bloco de Esquerda, que acusa de difamação e calúnia. A queixa deu entrada no final de 2009 na Assembleia da República.

Em causa estão as declarações proferidas por Louçã a dia 5 de Outubro de 2009, que uma iniciativa da Causa Real (o desembarque no Terreiro do Paço e um cortejo nocturno aos gritos de «Viva a Monarquia») era uma acção «patusca» promovida por um «banqueiro milionário» associado ao período do colapso da liderança do BCP.