Correio Real No. 1
Correio Real No. 1
Distribuído para os sócios via CTT, o primeiro número do boletim da Real Associação de Lisboa, o Correio Real, contém uma pequena entrevista a SAR D. Duarte, duque de Bragança além de diversos artigos de interesse para os monárquicos, pode agora ser descarregado aqui.
Para obter um exemplar em papel, basta fazer a sua encomenda aqui na loja.
Distribuído aos sócios via CTT, o primeiro número do boletim da Real Associação de Lisboa, o Correio Real, contém uma pequena entrevista a SAR D. Duarte, duque de Bragança além de diversos artigos de interesse para os monárquicos, pode agora ser descarregado aqui.
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Jantar dos Conjurados 2009
Vai realizar-se no dia 30 de Novembro o tradicional Jantar dos Conjurados, no Convento do Beato, iniciando-se pelas 19h30 com a leitura da Mensagem do Dia da Restauração por S.A.R. o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança.
Até 27 de Novembro as inscrições poderão ser efectuadas aqui ou na sede da Real Associação de Lisboa, conforme indicado na Agenda.
A sua presença é fundamental para afirmar a nossa adesão à Monarquia e a nossa dedicação à Casa Real Portuguesa, nas pessoas dos Duques de Bragança e dos Príncipes.
Melhorar a democracia
Nas eleições legislativas, o PCP ficou na cauda do pelotão mas disse que ganhou, sim, mais votos. O BE ganhou mesmo, pois duplicou a votação. O CDS ganhou, sem dúvida: com quase a mesma votação do BE em percentagem tem mais 5 deputados na Assembleia da República – magia? O PSD ganhou também, pois tirou a maioria absoluta do PS. O PS ganhou sem contestação, pois continua a ser o maior partido.
Se todos os partidos ganharam, quem perdeu? Perdemos nós, os cidadãos! Chegámos aos 42,5% em abstenção, nulos e brancos! Na maioria das empresas sérias, nas associações, nos condomínios que conheço, exige-se um quorum de 60%. Como pode o Presidente da República convidar para governar um partido que só teve 21% dos votos de todos os eleitores? Ele deveria convidar o maior partido, mesmo não registado, o MP, Manuel Português! O que paga imposto, refila contra a burrocracia e a (in)justiça.
Já nas eleições europeias foi de 70% o peso de votos brancos-nulos-abstenção. A chamada república está em crise. Escândalos constantes o provam. Escutas, Casas Pias, Alcochetes, submarinos repetem-se. João Soares tem casa no Algarve, não vive lá, mas é o cabeça-de-lista do círculo eleitoral. Há os privilégios de algumas categorias, a lentidão da justiça, etc.
É hora de inovar para melhorar a democracia. Os monárquicos têm razão, há que substituir a “república” pela “democracia” na constituição. E fazer um referendo sobre a monarquia, que com certeza ganharia. Aonde queremos chegar? À Itália do corrupto Berlusconi, à França do egocêntrico Sarko, à caótica Espanha? Ou aos modernos e estáveis reinados da Suécia, Inglaterra, Holanda, Bélgica? Temos um rei claramente distanciado dos partidos, mas profundamente engajado com o património e a história do nosso querido Portugal. Ele tem dois grandes ouvidos e uma boca para nos ouvir o dobro do que fala; não é o político com três bocas e meio ouvido, só atento aos aplausos.
Inovar é melhorar a constituição!
Hoje 13/10/09
Por Jack Soifer
Nas eleições legislativas, o PCP ficou na cauda do pelotão mas disse que ganhou, sim, mais votos. O BE ganhou mesmo, pois duplicou a votação. O CDS ganhou, sem dúvida: com quase a mesma votação do BE em percentagem tem mais 5 deputados na Assembleia da República – magia? O PSD ganhou também, pois tirou a maioria absoluta do PS. O PS ganhou sem contestação, pois continua a ser o maior partido.
Se todos os partidos ganharam, quem perdeu? Perdemos nós, os cidadãos! Chegámos aos 42,5% em abstenção, nulos e brancos! Na maioria das empresas sérias, nas associações, nos condomínios que conheço, exige-se um quorum de 60%. Como pode o Presidente da República convidar para governar um partido que só teve 21% dos votos de todos os eleitores? Ele deveria convidar o maior partido, mesmo não registado, o MP, Manuel Português! O que paga imposto, refila contra a burrocracia e a (in)justiça.
Já nas eleições europeias foi de 70% o peso de votos brancos-nulos-abstenção. A chamada república está em crise. Escândalos constantes o provam. Escutas, Casas Pias, Alcochetes, submarinos repetem-se. João Soares tem casa no Algarve, não vive lá, mas é o cabeça-de-lista do círculo eleitoral. Há os privilégios de algumas categorias, a lentidão da justiça, etc.
É hora de inovar para melhorar a democracia. Os monárquicos têm razão, há que substituir a “república” pela “democracia” na constituição. E fazer um referendo sobre a monarquia, que com certeza ganharia. Aonde queremos chegar? À Itália do corrupto Berlusconi, à França do egocêntrico Sarko, à caótica Espanha? Ou aos modernos e estáveis reinados da Suécia, Inglaterra, Holanda, Bélgica? Temos um rei claramente distanciado dos partidos, mas profundamente engajado com o património e a história do nosso querido Portugal. Ele tem dois grandes ouvidos e uma boca para nos ouvir o dobro do que fala; não é o político com três bocas e meio ouvido, só atento aos aplausos. Inovar é melhorar a constituição!
Oje 13/10/09
Por Jack Soifer
Ir adiante
“IR PARA DIANTE”
Hoje, hoje é o tempo.
Hoje é o ano.
Hoje é a noite do dia.
Hoje é a noite do dia em que resgatámos da terra e agora atiramos ao vento as palavras d’ El Rei D. Carlos sopradas ao mar: “Ir para diante”!
Sim, Senhor, cumpriremos o nosso dever cumprindo o vosso comando: – e iremos para diante!
Olhai Majestade o Vosso e nosso estandarte que de novo flutua no ar, assinalando com as suas cores sem mancha de sangue o advento do tempo novo!
Olhai Majestade, e convosco todos os Reis vossos antepassados e nossos antigos soberanos, e convosco todos os vossos descendentes e nossos futuros Reis, olhai todos Senhores, o Vosso povo aqui presente!
Olhai Senhores o Vosso povo de novo desperto, proclamando o tempo que vem.
Olhai de perto Senhores para os Vossos jovens – para estes jovens que desafiam o passado porque se sabem senhores do futuro.
Hoje começa o futuro.
Hoje, hoje é o tempo.
O tempo em que, outra vez, começamos a restaurar o ideal real feito real ideal.
Hoje é o ano.
Hoje é a noite do dia – do dia que se apresentou em madrugada de nevoeiro e agora se revela como noite iluminada de vésperas.
Hoje, hoje é a hora da hora!
É a hora!
Vamos para diante!
É a hora!
A Vossa hora – a nossa hora!
A hora de um princípio sem fim.
É a hora!
Vamos para diante!
E que viva o Rei!
E que viva Portugal!
Palavras ditas da varanda da sede da Causa Rea, pelo seu presidente, Dr. Paulo Teixeira Pinto, às zero horas de 5 de Outubro de 2009
Festa Azul e Branca – foto-reportagem
A 04 e 05 de Outubro de 2009 restaurámos a esperança

1 – Partida de Belém

Noite mágica

A Grande Festa Azul e Branca

Em Beleza

Terra à vista!

Desembarque monárquico no Cais do Sodré

Subindo a Rua do Alecrim

A caminho do Largo do Camões

Por-tu-gal! Por-tu-gal!

Hastear da bandeira

A mais bela bandeira do mundo!
* Reportagem fotográfica de Francisco Melo
Bandeira monárquica de novo hasteada
Jornal de Notícias 00h30m
A bandeira monárquica foi de novo hasteada na sede da Causa Real. No dia em que se comemora o 99.º ano da implantação da República, os monárquicos iniciam simbolicamente a contagem decrescente para o centenário.
Desfraldar a bandeira azul e branca é só a primeira das iniciativas que a Causa Real, juntamente com outros grupos monárquicos, quer que marquem – de forma alternativa – o centenário da implantação da República. Mas não é a menos polémica.
Em Janeiro a Câmara de Lisboa mandou retirar a bandeira monárquica hasteada na sede da Real Associação de Lisboa por “não cumprimento dos regulamentos municipais”.
Segundo disse ao JN o presidente da Causa Real, “não há fundamento legal para a decisão”, uma vez que a câmara “invocou um regulamento referente a mobiliário urbano e publicidade e estes não se confundem com símbolos nacionais”. “Não é uma guerra de bandeiras, mas não deixaremos que a retirem. Se a tirarem à força, nós pomos outra”, declarou Paulo Teixeira Pinto.
Num ano que será marcado pelas iniciativas da comissão para o centenário da República, Teixeira Pinto pretende fazer uma campanha “pela positiva” pela restauração dos valores monárquicos em Portugal. A revisão da Constituição para permitir o referendo ao regime está no topo da agenda.
Ontem à noite estava previsto o embarque em Belém de 500 apoiantes da Causa num cacilheiro que os levaria ao Cais do Sodré (por a Transtejo ter impedido o desembarque no Terreiro do Paço) para uma homenagem ao rei D. Carlos, seguido do hastear da bandeira. “Não festejamos a República em si, festejamos a continuação de Portugal e a esperança do futuro que se chama restauração da monarquia”, disse.
Isabel Teixeira da Mota
Monárquicos “embarcaram” numa viagem ao tempo do rei
Monárquicos “embarcaram” numa viagem ao tempo do rei
05.10.2009 – 10h27 Lusa
Ontem à noite, na véspera do dia em que se assinala a implantação da República, a Causa Real “embarcou” numa viagem ao passado gritando “viva o rei, viva a monarquia, viva Portugal” na baixa de Lisboa.
A Causa Real juntou duas centenas de apoiantes do movimento monárquico e partiu de Belém no barco “São Jorge” em direcção ao Cais do Sodré.
Às 22h00 já os apoiantes do movimento ouviam música no “São Jorge”, dando início ao percurso que marcou o contributo monárquico às celebrações do ano do centenário da implantação da República em Portugal.
Uma hora depois a embarcação partiu em direcção ao Cais do Sodré, local que serviu como alternativa ao Terreiro do Paço, depois de a Transtejo ter recusado na sexta-feira o desembarque “simbólico” naquele terminal.
Ao contrário do previsto, os monárquicos deslocaram-se para o Largo de Camões sem passar pelo Terreiro do Paço, onde iriam homenagear o rei Dom Carlos I, que a 1 de Fevereiro de 1908 foi assassinado nas ruas de Lisboa, episódio que, dois anos mais tarde, abriu portas à implantação da República, a 5 de Outubro de 1910.
Depois de em Janeiro a autarquia de Lisboa ter ordenado a retirada da bandeira monárquica da sede da Causa Real, no Largo de Camões, este símbolo monárquico voltou a ser hasteado perante o olhar, e as vozes, de duas centenas de apoiantes da causa.
“Viva o rei, viva a monarquia, viva Portugal”, gritaram as duas centenas de pessoas, confiantes de que esta noite será “o início de uma nova era” para o movimento monárquico.
A chuva marcou o fim da iniciativa no Largo de Camões, com os apoiantes monárquicos a regressarem, às 00h30, ao barco “São Jorge”, para o regresso a Belém.
Dezenas de curiosos, que em véspera de feriado se deslocavam para o Bairro Alto, juntaram-se à Causa Real, e assistiram à partida dos monárquicos, que vêem no ano de centenário da República o início de uma nova era na luta do movimento pró-monarquia.
Segundo Paulo Teixeira Pinto, presidente da Causa Real, este ano de centenário da República pode ser o início de uma nova era para o movimento monárquico.
“É o primeiro dia de uma nova era. Acreditamos firmemente que este ano de centenário da república vai dar não só outra visibilidade mas outra importância e influência política ao movimento monárquico”, adiantou aos jornalistas o presidente da Causa Real.
Para o responsável, “a Causa Real acredita que é seu dever defender o ideal monárquico”.
“O rei é para reinar e não para governar. Pretendemos ser uma solução programática para o país, no sentido de que não somos uma alternativa de Governo e tudo quanto defendemos é a alteração da natureza do regime do Estado”, adiantou.
Público online 05.10.2009 – 10h27 Lusa
Ontem à noite, na véspera do dia em que se assinala a implantação da República, a Causa Real “embarcou” numa viagem ao passado gritando “viva o rei, viva a monarquia, viva Portugal” na baixa de Lisboa.
A Causa Real juntou duas centenas de apoiantes do movimento monárquico e partiu de Belém no barco “São Jorge” em direcção ao Cais do Sodré.
Às 22h00 já os apoiantes do movimento ouviam música no “São Jorge”, dando início ao percurso que marcou o contributo monárquico às celebrações do ano do centenário da implantação da República em Portugal.
Uma hora depois a embarcação partiu em direcção ao Cais do Sodré, local que serviu como alternativa ao Terreiro do Paço, depois de a Transtejo ter recusado na sexta-feira o desembarque “simbólico” naquele terminal.
Ao contrário do previsto, os monárquicos deslocaram-se para o Largo de Camões sem passar pelo Terreiro do Paço, onde iriam homenagear o rei Dom Carlos I, que a 1 de Fevereiro de 1908 foi assassinado nas ruas de Lisboa, episódio que, dois anos mais tarde, abriu portas à implantação da República, a 5 de Outubro de 1910.
Depois de em Janeiro a autarquia de Lisboa ter ordenado a retirada da bandeira monárquica da sede da Causa Real, no Largo de Camões, este símbolo monárquico voltou a ser hasteado perante o olhar, e as vozes, de duas centenas de apoiantes da causa.
“Viva o rei, viva a monarquia, viva Portugal”, gritaram as duas centenas de pessoas, confiantes de que esta noite será “o início de uma nova era” para o movimento monárquico.
A chuva marcou o fim da iniciativa no Largo de Camões, com os apoiantes monárquicos a regressarem, às 00h30, ao barco “São Jorge”, para o regresso a Belém.
Dezenas de curiosos, que em véspera de feriado se deslocavam para o Bairro Alto, juntaram-se à Causa Real, e assistiram à partida dos monárquicos, que vêem no ano de centenário da República o início de uma nova era na luta do movimento pró-monarquia.
Segundo Paulo Teixeira Pinto, presidente da Causa Real, este ano de centenário da República pode ser o início de uma nova era para o movimento monárquico.
“É o primeiro dia de uma nova era. Acreditamos firmemente que este ano de centenário da república vai dar não só outra visibilidade mas outra importância e influência política ao movimento monárquico”, adiantou aos jornalistas o presidente da Causa Real.
Para o responsável, “a Causa Real acredita que é seu dever defender o ideal monárquico”.
“O rei é para reinar e não para governar. Pretendemos ser uma solução programática para o país, no sentido de que não somos uma alternativa de Governo e tudo quanto defendemos é a alteração da natureza do regime do Estado”, adiantou.
Monárquicos desafiam República a um referendo
Diário de Notícias o5-10-2009
Em pleno dia de comemoração da República, um grupo de monárquicos lançou um desafio ao regime: quer uma alteração da Constituição, que permita a realização de um referendo. Os republicanos rejeitam o desafio, garantindo que a República é pacífica em Portugal. E o PS já diz que não muda nada.
Esta madrugada, já em pleno dia de comemoração da República, um grupo de centenas de monárquicos desembarcou simbolicamente perto do Terreiro do Paço, correu em direcção ao Largo Camões, hasteou a bandeira da Casa Real e pediu que se abrissem as portas à realização de um referendo, em Portugal, à República.
O desafio foi preparado com máxima discrição e teve de contornar vários obstáculos, explicou ontem ao DN – ainda antes da iniciativa – Paulo Teixeira Pinto, o ex-governante e ex-presidente do BCP, que agora lidera a Causa Real.
Os obstáculos começaram no sábado, quando o grupo (estavam previstos 500 defensores da causa) recebeu a informação de que não poderiam desembarcar, como o rei D. Carlos há 101 anos, no dia do regicídio, no Terreiro do Paço, mas apenas no Cais do Sodré. Continuaram com um aviso: de que a bandeira monárquica não poderia entrar a bordo – o que não impediu ninguém, nem o próprio Teixeira Pinto, de a usar, assim como de ostentar as T-shirts a dizer “Eu quero um Rei”. No início da iniciativa, tudo corria como previsto, com a polícia a acompanhar o grupo.
Mas a aventura nocturna era só simbólica. Antes de entrar no cacilheiro que o levaria ao Cais do Sodré, Paulo Teixeira Pinto garantia ao DN que a sua luta, a da monarquia, “é política”. No discurso que preparou para fazer, de uma varanda do Largo Camões, constava uma exigência bem definida: “Queremos suprimir a cláusula da Constituição que diz ser irremovível a República como base do sistema político português.”
A questão é polémica. Teixeira Pinto diz que “só” quer trocar a palavra “República” dessa alínea constitucional pela palavra “democracia” – alegando que essa, sim, é a base do sistema político nacional. Porém, a ser aceite pelos deputados, a alteração permitiria um outro passo, que constitui o verdadeiro objectivo da acção desta madrugada: “Fazer um referendo” à República – que hoje faz 99 anos de existência.
A guerra é política e os monárquicos sabem disso. Mas não partidária, alegam. “Eu sou monárquico e nunca votei no PPM”, garante. Mas o certo é que, para atingir os objectivos, ela terá sempre de contar com apoio nos partidos.
Agora, depois do discurso – que diz ser o “primeiro passo” de uma luta que quer levar até ao fim – Teixeira Pinto quer que a sua Causa Real vote o passo seguinte: levar ao Parlamento uma proposta, para que lá se discuta a mudança constitucional. É que a legislatura que começa agora é de revisão. E as novas regras da Assembleia já permitem que um grupo de cidadãos apresente propostas para votação.
Porém, nada indica que a iniciativa tenha sucesso dentro de São Bento. Vital Moreira, deputado da Constituinte de 1975 e fiel a José Sócrates, é taxativo na rejeição da proposta. “Ninguém vai mexer nisso. E, em matéria de divertimento, já vi melhor.”
À previsível resposta, Teixeira Pinto recorda um debate, na RTP, onde esteve com António Reis e Medeiros Ferreira, dois republicanos e socialistas que, garante, admitiram que a cláusula não fazia sentido, admitindo mudá-la. Ontem, em declarações ao DN, Medeiros Ferreira admite recordar-se desse debate, mas não do “compromisso”. “Os monárquicos tiveram uma oportunidade de ouro para participar nessa discussão em 1975, mas afastaram-se. Hoje, essa não é uma questão pendente”, remata o ex-deputado.
Na próxima bancada socialista, de resto, reina a desconfiança face à proposta. “A República é um caminho adequado”, diz Ricardo Rodrigues. E se a proposta chegar mesmo a São Bento? “São precisos dois terços dos deputados para a aprovar”, recorda o socialista.
Se a ideia ficar pelo caminho, o referendo ao regime fica excluído. Mas Teixeira Pinto promete não desistir. Este ano, promete várias acções “surpreendentes”. E já se prepara para, de hoje a um ano, contar quantos republicanos e quantos monárquicos estarão nas respectivas cerimónias.
David Dinis
Festa Azul e Branca
| 4 de Outubro de 2009 |
| 10:00 pm |
| 10:00 pm |

- Festa Azul e Branca
Festa Azul e Branca a bordo do “S. Jorge”