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Reportagem TVI Jantar da Liberdade

Bloggers que hastearam bandeira monárquica foram homenageados

Da TVI online

Um grupo de monárquicos homenageou esta terça-feira os autores do blogue «31 da Armada» link externo que hastearam a bandeira azul e branca na Câmara de Lisboa eConjurados XXI link externo que fizeram o mesmo na cidadela de Cascais. Foi um jantar que reuniu defensores da monarquia e «republicanos de bom humor», dizem os organizadores.

«Juntámos monárquicos, republicanos e os chamados marimbistas que são as pessoas que se estão a marimbar para o assunto, numa amena cavaqueira numa jantarada como forma de lembrar que o regime monarquia-república não pode ser tabu», disse à TVI João Távora, um dos promotores do jantar João Távora, da ala monárquica do blogue «Corta Fitas» link externo

Este designado «grande jantar da liberdade» homenageou o «arguido» Rodrigo Moita de Deus, Henrique Burnay e Nuno Miguel Guedes, do «31 da Armada», responsáveis pela troca da bandeira do Município de Lisboa pela bandeira «azul e branca», e os jovens do blogue Conjurados XXI, que hastearam bandeiras da Monarquia em Cascais na semana passada.

«Parece-me uma forma irreverente e divertida de pôr o país a falar de coisas sérias», disse àTVI Rodrigo Moita de Deus, que foi constituído arguido pela troca de bandeiras nos Paços de Concelho de Lisboa. «As comemorações do Centenário da República do 31 da Armada vão continuar», adiantou.

João Távora ofereceu aos homenageados diversas bandeiras da Monarquia.«Isto é um investimento», afirmou enquanto oferecia bandeiras azuis e brancas aos jovens de Cascais, advertindo, contudo, que a bandeira de maiores dimensões e tecido mais nobre que escolheu para os co-autores do 31 da Armada «não é para a luta».

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Entrevista S.A.R. D. Duarte ao Jornal I, 22 Ago. 2009

Jantar junta monárquicos e “republicanos de bom humor”


Um grupo de monárquicos vai homenagear os bloguistas que hastearam a bandeira monárquica na Câmara de Lisboa, num jantar com “republicanos de bom humor”, depois de hoje terem sido hasteadas outra bandeiras “azuis e brancas” em Cascais.
A bisneta do primeiro Presidente da República, Manuel de Arriaga, Teresa de Arriaga, e o republicando Nuno Ramos de Almeida estarão presentes no jantar, na terça-feira num restaurante de Lisboa, promovido pela ala monárquica do blogue “Corta-Fitas” e pela “Plataforma do Centenário da República”.
O designado “grande jantar da liberdade” vai homenagear o “arguido” Rodrigo Moita de Deus, Henrique Burnay e Nuno Miguel Guedes, co-autores do blogue 31 da Armanda, que hastearam a bandeira azul e branca Monárquica na Câmara de Lisboa na semana passada.
“Queremos homenageá-los pela ideia, que colocou o assunto em cima da mesa, de forma tão salutar”, disse à Lusa João Távora, uma dos promotores da iniciativa.
O “assunto” colocado em cima da mesa é a discussão sobre a Monarquia, em vésperas do Centenário da República.
“Portugal poderia ser uma Monarquia, como os países mais desenvolvidos da Europa e isso é um tema de discussão, que não necessita de desencadear reacções tão virulentas”, argumentou.
“Não é este o problema do país e não sendo este o problema do país tem que ser discutido com alguma racionalidade e não despertando ódios antigos ou questões laterais”, sublinhou.
Para João Távora, “esta é uma oportunidade não para instaurar a Monarquia, mas para fazer mais monárquicos” através de uma discussão que não põe em causa que a República esteja “legitimada”.
O “monárquico activista” considera “possível” que a replicação do hastear das bandeiras prossiga, como esta madrugada em Cascais, continuando a colocar “o assunto” em discussão, um objectivo que presidiu à criação da “Plataforma do Centenário da República”.
Esta plataforma de monárquicos comprou há dois anos os domínios da Internet relacionados com o Centenário da República e quer “recentrar as comemorações na República Portuguesa, no regime que foi realmente implantado, não deixando que as mesmas resvalem para uma vaga e descomprometida afirmação de princípios humanitários”.
“Estamos conscientes do perigo que representa uma posição de crítica sistemática, procurando dar a conhecer os pontos negativos de um regime. A visão de um período histórico pode ser prejudicada por simpatias ou antipatias preconcebidas. Por isso recorreremos tanto quanto possível à documentação contemporânea, a imagens, textos e números que falem por si, evitando as opiniões militantes”, lê-se no manifesto da plataforma.

Um grupo de monárquicos vai homenagear os bloguistas que hastearam a bandeira monárquica na Câmara de Lisboa, num jantar com “republicanos de bom humor”, depois de hoje terem sido hasteadas outra bandeiras “azuis e brancas” em Cascais.

A bisneta do primeiro Presidente da República, Manuel de Arriaga, Teresa de Arriaga, e o republicando Nuno Ramos de Almeida estarão presentes no jantar, na terça-feira num restaurante de Lisboa, promovido pela ala monárquica do blogue “Corta-Fitas” e pela “Plataforma do Centenário da República”.

O designado “grande jantar da liberdade” vai homenagear o “arguido” Rodrigo Moita de Deus, Henrique Burnay e Nuno Miguel Guedes, co-autores do blogue 31 da Armanda, que hastearam a bandeira azul e branca Monárquica na Câmara de Lisboa na semana passada.

“Queremos homenageá-los pela ideia, que colocou o assunto em cima da mesa, de forma tão salutar”, disse à Lusa João Távora, uma dos promotores da iniciativa.

O “assunto” colocado em cima da mesa é a discussão sobre a Monarquia, em vésperas do Centenário da República.

“Portugal poderia ser uma Monarquia, como os países mais desenvolvidos da Europa e isso é um tema de discussão, que não necessita de desencadear reacções tão virulentas”, argumentou.

“Não é este o problema do país e não sendo este o problema do país tem que ser discutido com alguma racionalidade e não despertando ódios antigos ou questões laterais”, sublinhou.

Para João Távora, “esta é uma oportunidade não para instaurar a Monarquia, mas para fazer mais monárquicos” através de uma discussão que não põe em causa que a República esteja “legitimada”.

O “monárquico activista” considera “possível” que a replicação do hastear das bandeiras prossiga, como esta madrugada em Cascais, continuando a colocar “o assunto” em discussão, um objectivo que presidiu à criação da “Plataforma do Centenário da República”.

Esta plataforma de monárquicos comprou há dois anos os domínios da Internet relacionados com o Centenário da República e quer “recentrar as comemorações na República Portuguesa, no regime que foi realmente implantado, não deixando que as mesmas resvalem para uma vaga e descomprometida afirmação de princípios humanitários”.

“Estamos conscientes do perigo que representa uma posição de crítica sistemática, procurando dar a conhecer os pontos negativos de um regime. A visão de um período histórico pode ser prejudicada por simpatias ou antipatias preconcebidas. Por isso recorreremos tanto quanto possível à documentação contemporânea, a imagens, textos e números que falem por si, evitando as opiniões militantes”, lê-se no manifesto da plataforma.

Diário de Notícias Online


O caso da bandeira monárquica

O “Caso da Bandeira” que tanto animou as consciências neste pico de Verão, apanhou-me de férias e contribuiu definitivamente para reforçar a minha boa disposição. Como sentimental que sou, confesso que a imagem da bandeira portuguesa azul e branca hasteada nos Paços do Conselho me deu um enorme gozo.

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Os monárquicos existem e querem mostrar-se nos 100 anos da república

in Público on line,12.08.2009 – 08h56

Não será através de acções como a que esta semana alguns autores do blogue 31 da Armada desencadearam em Lisboa, mas “não vão faltar surpresas” a propósito das comemorações do Centenário da República no próximo ano, garante Paulo Teixeira Pinto, presidente da Causa Real, federação das reais associações, criada sob a égide de D. Duarte de Bragança. (mais…)